Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Zibaldone

Zibaldone

24
Nov16

Flash-country view

Francisco Freima

MEDIA CAPITAL: ... e foram estas as declarações de Marshall, com muitas críticas à arbitragem do TIJ, por não se ter decidido a marcar nenhuma das grandes penalidades cometidas por Índia e Paquistão. Devolvo-te a emissão, Impresa.

 

IMPRESA: Obrigado, Media Capital, volto então à conversa com o nosso painel de especialistas. Sócio da Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, Administrador da Fundação Francisco Manuel dos Santos, Administrador Executivo da Sonaecom, Administrador Não Executivo da NOS, Administrador Não Executivo da Mota-Engil, Administrador Não Executivo da Riopele, Vogal da Fundação Casa da Música, Vogal do Conselho de Administração do BPI, Árbitro do Centro de Arbitragem Administrativa, Representante para as Relações com o Mercado da Sonaecom, Presidente da Comissão de Nomeações, Avaliações e Remunerações do BPI, Vice-Presidente da Associação Comercial do Porto, Vogal do Conselho Nacional do CDS, Membro do Conselho Consultivo da ACEGE, Membro do Conselho de Estado, Membro da Tier One Band e Comentador na Quadratura do Círculo, o que tem a dizer da expulsão da EDP?

 

SÓCIO DA MORAIS BLÁ BLÁ BLÁ: É natural, penso que o árbitro esteve bem.

 

IMPRESA: Mas não considera ter havido um comportamento excessivo por parte da troika?

 

SÓCIO DA MORAIS BLÁ BLÁ BLÁ: Claro que não, a expulsão foi ditada por pessoas competentíssimas. Recordo que não foi só a troika, neste processo esteve também, por parte do Estado, Adolfo Mesquita Nunes, que por sinal também é meu colega e sócio na Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados. Sem ele, a nossa firma não teria assessorado a EDP durante o seu processo de expulsão do Estado e...

 

IMPRESA: Peço desculpa, Sócio da Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, Administrador da Fundação Francisco Manuel dos Santos, Administrador Executivo da Sonaecom, Administrador Não Executivo da NOS, Administrador Não Executivo da Mota-Engil, Administrador Não Executivo da Riopele, Vogal da Fundação Casa da Música, Vogal do Conselho de Administração do BPI, Árbitro do Centro de Arbitragem Administrativa, Representante para as Relações com o Mercado da Sonaecom, Presidente da Comissão de Nomeações, Avaliações e Remunerações do BPI, Vice-Presidente da Associação Comercial do Porto, Vogal do Conselho Nacional do CDS, Membro do Conselho Consultivo da ACEGE, Membro do Conselho de Estado, Membro da Tier One Band e Comentador na Quadratura do Círculo, mas temos já Portugal na zona da flash-interview. Não é assim, RTP?

 

RTP: É sim, Impresa, e aproveito para perguntar já a Portugal: o que é que se passou no final do jogo?

 

PORTUGAL: Nada de especial, as nossas jogadoras sentiram-se injustiçadas com algumas decisões da equipa de arbitragem. 

 

RTP: Está a referir-se às expulsões da EDP, da REN e da Ana?

 

PORTUGAL: Hoje fomos claramente prejudicados. A troika tem de perceber que o nosso ataque não aguenta perder três jogadoras desta craveira após sofremos aquele golo da Dívida no prolongamento, senão qualquer dia ficamos só consigo. E o que é que você nos dá? Perguntas parvas e prejuízo!

 

RTP: Bem, Portugal, também não precisa de partir para o insulto, só estou a fazer o meu trabalho. Mas diga-me, que balanço faz do jogo?

 

PORTUGAL: Tivemos muitos altos e baixos. Entrámos no século XIX a sofrer dois golos da Guerra Civil e da Independência do Brasil. Depois equilibrámos com o bis da Regeneração, mas a Inglaterra e a Bancarrota colocaram o adversário outra vez em vantagem. Dois remates, dois golos.

 

RTP: E na segunda parte?

 

PORTUGAL: Gostei do esforço, não podia pedir mais a uma equipa que estava a perder por 4-2 ao intervalo. Entrámos bem, a República marcou um golo, mas depois o mesmo de sempre: a Guerra Mundial e a Ditadura aumentaram para 6-3. A meio do jogo, reduzimos por intermédio da Revolução e da Economia, que teve uma boa taxa de crescimento em relação aos últimos jogos. 

 

RTP: O que tem a dizer da exibição da Expo?

 

PORTUGAL: A Expo foi fundamental, sem ela não teríamos tido aquele golpe de cabeça que nos permitiu fazer o 6-6 e ir a prolongamento. Levantou muito a nossa moral.

 

RTP: O que se passou então no prolongamento?

 

PORTUGAL: Dez minutos perdidos, a Economia estava muito desgastada e a Revolução já tinha sido substituída aos 76. 

 

RTP: Porque resolveu tirar a Revolução quando ela tinha acabado de marcar?

 

PORTUGAL: É uma jogadora para ser lançada a espaços, ainda está à procura da sua melhor forma. Claro que o circo mediático à volta dela não tem ajudado...

 

RTP: Está a referir-se às notícias que têm aparecido na imprensa?

 

PORTUGAL: Cabe a vocês preservarem a intimidade dos nossos elementos. Como é que acha que uma pessoa se sente ao ler todos os dias nos jornais sobre o divórcio do Comunismo e da Revolução? Temos de ver que existem crianças no meio, mas vocês só querem sangue. Ainda ela estava a separar-se, já estavam os mentideros a falar num suposto caso com o Maoísmo, o irmão do Comunismo. Assim não dá!

 

RTP: Voltemos ao jogo propriamente dito. O que tem a dizer do golo sofrido aos 11 minutos do prolongamento?

 

PORTUGAL: Foi um momento de desconcentração colectiva, que a Dívida soube aproveitar. 

 

RTP: Mas não considera que houve uma falha da nossa dupla de centrais, a Banca e a Regulação?

 

PORTUGAL: Não quero individualizar, nem fazer incidir a minha análise sobre um ou outro aspecto menos positivo na prestação de algumas jogadoras. Tal como quando ganhamos, ganhamos todos, quando perdemos, perdemos todos.

 

RTP: Obrigado, Portugal. Volto a ti, Impresa.

 

IMPRESA: Obrigado, RTP. Sócio da Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, Administrador da Fundação Francisco Manuel dos Santos, Administrador Executivo da Sonaecom, Administrador Não Executivo da NOS, Administrador Não Executivo da Mota-Engil, Administrador Não Executivo da Riopele, Vogal da Fundação Casa da Música, Vogal do Conselho de Administração do BPI, Árbitro do Centro de Arbitragem Administrativa, Representante para as Relações com o Mercado da Sonaecom, Presidente da Comissão de Nomeações, Avaliações e Remunerações do BPI, Vice-Presidente da Associação Comercial do Porto, Vogal do Conselho Nacional do CDS, Membro do Conselho Consultivo da ACEGE, Membro do Conselho de Estado, Membro da Tier One Band e Comentador na Quadratura do Círculo, o que é que tem a dizer do desemprego em Portugal?

 

SÓCIO DA MORAIS BLÁ BLÁ BLÁ: É uma triste realidade com a qual temos de conviver diariamente. Mas, como estava eu a dizer há pouco...

9 comentários

Comentar post

Antiguidades

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D

Bloguista

foto do autor