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Zibaldone

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07
Out16

Sai um Velázquez...

Francisco Freima

Julio Velázquez.jpgEntra um Machado para destruir a obra de arte que era o futebol praticado pela turma azul, sobretudo no ano passado. A SAD entrou numa lógica de queimar treinadores promissores (Lito Vidigal, Jorge Simão e Julio Velázquez), de perder jogadores promissores (Dálcio e Heriberto Tavares), de hostilizar os adeptos e de censurar o único órgão de comunicação belenense (Comunidade Azul). A Codecity, de Rui Pedro Soares, está a destruir o clube. Daqui a um ano, quando existirem eleições, a SAD poderá ser recomprada, assim tenha sucesso a acção interposta por Patrick Morais de Carvalho no Tribunal do Comércio de Lisboa.

 

Sobre Quim Machado, é um homem sem carácter. O comportamento abjecto que teve para com o Santa Clara, alegando a doença de um familiar para abandonar o leme da equipa açoriana, mostra que não está à altura do desafio. O muito mau trabalho realizado no Vitória de Setúbal também não entusiasma. O Belenenses substituiu um treinador corajoso (enfrentou a SAD para proteger um jogador da sua equipa) por um cobardolas que nem teve a hombridade de indicar a razão pela qual saiu do clube que o tinha contratado há apenas duas semanas.

 

Desejo o maior sucesso a Julio Velázquez na sua carreira. Mostrou ser sempre um homem íntegro, com uma vontade inexcedível e um bom senso invulgar. Não me lembro de ver em Portugal um treinador espanhol como ele, normalmente trazem camiões de jogadores duvidosos e não apresentam resultados. O Velázquez só trouxe dois, o Juanto Ortuño, que era um belíssimo avançado, e o Fernando Llorente, que esteve à experiência no Restelo. Fosse outro treinador, teria contratado o médio espanhol só pela sua nacionalidade. O Julio, ao ver que não servia, dispensou-o. Trouxe o Rosell, também espanhol, mas que já andava por Portugal e veio emprestado pelo Sporting.

 

Quando chegou, confesso que tinha muitas dúvidas. O seu currículo, cheio de saídas prematuras dos clubes, parecia-me suspeito. Agora, percebo: os treinadores com espinha dorsal não comprometem os seus princípios para manterem ou agarrarem outro lugar à revelia de qualquer moral. Isso é coisa de gente mesquinha, de Quim Machados. 

 

Obrigado, Julio Velázquez! 

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